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Números de ministros de Collor até Temer

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Após a primeira eleição presidencial depois do governo militar, Fernando Collor de Mello assumiu a Presidência em 1990 e a construção do governo se formou baseado em 12 ministérios: Economia, Educação, Saúde, Justiça, Agricultura, Trabalho e Previdência, Infraestrutura, Ação Social, Relações Exteriores, Exército, Marinha e Aeronáutica. O processo de impeachment de Fernando Collor transcorreu no final de 1992 e foi o primeiro processo deste tipo do Brasil e da América Latina.  Neste período, já somavam-se 14 ministérios. Trabalho e Previdência foram separadas e vivaram setores independentes.  O ministério de Infraestrutura foi dividido em Transportes e Comunicação Minas e Energia. Era Itamar - de 14 para 28 Ao assumir o cargo, em 29 de dezembro de 1992, o vice-presidente Itamar Franco inicia mudanças no governo. Ao entregar o cargo para Fernando Henrique Cardoso, o Brasil já tinha 24 ministérios.  Do antigo Ministério da Economia, foram separados ...

Comunicação é questão de sobrevivência política

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Comunicação é o ar que o político respira e um pré-requisito para sua sobrevivência política. Em tempos eleitorais, como o que se encerra neste domingo, os candidatos buscam persuadir o eleitor de que ele, e não seu opositor, tem o melhor projeto e as melhores propostas conforme o futuro almejado. Porém, passada a eleição, contudo, a maioria se “esquece” de dar continuidade ao processo de se comunicar, sendo este motivo uma das razões da atual descrença da classe política perante a sociedade. Normalmente rodeado de pessoas que acabam por trazer uma verdade distorcida por meio da unanimidade característica do ambiente de gabinetes, o eleito passa a vivenciar um dia-a-dia distante da sociedade. Afastado e incomunicável, acaba por perceber o erro cometido, na maioria das vezes, quando não há mais a ser feito. É durante o mandato, maior arma que um político pode ter, que a comunicação deve ser exercida em sua plenitude. Por mais que o político trabalhe, se não comunicar, ele não fez,...

Opinião não é argumento!

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Não é fácil vencer uma discussão. Especialmente em um contexto inflamado, como períodos pré e pós-eleitorais, em que as opiniões se polarizam, notícias falsas se proliferam, principalmente nas mídias sociais, e “debatedores” recorrem a ofensas e sarcasmo. Uma boa discussão, ao contrário do que muitos pensam, não serve para a disputa, e, sim, para a construção do conhecimento. Nesse sentido, saber sustentar uma boa argumentação é fundamental. Não é raro encontrar pessoas com dificuldades argumentativas. Confundimos discussão com briga e não sabemos lidar bem com críticas. Mas há técnicas que podem ajudar na construção de bons argumentos e também a evitar armadilhas comuns em uma discussão, como o uso de falácias. Entre elas está, por exemplo, a busca por entender o ponto de vista oposto, ajudando, inclusive, o opositor na construção do próprio argumento. Um bom argumento é aquele em que há boas razões para que as premissas sejam verdadeiras, e, para além disso, as prem...