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Mostrando postagens de 2018

"Erros do Marketing Digital" - Métricas irrelevantes

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Sabe aquela receita de bolo da avó, em que a medida certa está somente na cabeça dela? Não adianta pedir pra colocar no papel porque a quantidade de cada ingrediente é totalmente aleatória, baseada apenas dos anos de cozinha. No Marketing Digital, um dos grandes erros é possuir métricas equivocadas para acompanhar a evolução de determinado planejamento. Se na cozinha da avó o que predomina é habilidade manual, no Marketing prevalece o total controle sobre aquilo que é feito. O que não pode ser medido não pode ser controlado e, por consequência, não pode ser melhorado. Nesta série sobre equívocos do Marketing Digital, no texto anterior o tema abordado foi o Planejamento Estratégico. Agora, a questão da métrica será aprofundada. Erro 2 - Métricas irrelevantes É comum que clientes se prendam a número de seguidores e likes para medir se o trabalho realizado na mídia social está funcionando. Porém, existem muito mais dados que se pode avaliar e calcular, de modo que os desejo e...

Série "Erros do Marketing Digital" - Planejamento Estratégico

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A busca de empresas por soluções que as ajudem a lucrar mais e alcançar seus objetivos passa cada vez mais pelo Marketing Digital. Porém, ao mesmo tempo em que as organizações identificam este cenário como fundamental para a permanência e crescimento dentro do mercado, a falta de conhecimento resulta em equívocos que comprometem todo um sistema e o desempenho esperado. Sem a estratégia correta, o planejamento fica apenas no papel e as ações não atingem a finalidade que a empresa espera. A transformação do relacionamento gerado pela mídia social em lucro é o que um bom planejamento deve objetivar, traçando caminhos para que a organização seja cada vez mais sustentável. Para auxiliar na construção de um plano de Marketing Digital, separei 5 erros comuns e irei ao longo das próximas semanas detalhar cada um deles. Para iniciar, a montagem de uma estratégia será o ponto de partida. Erro 1 - Não definir seus objetivos e ações da estratégia Planejar significa desenhar, as vezes...

A Comunicação durante a Crise

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Há uma história verídica de um empresário brasileiro que enfrentava uma grande crise com seus clientes e disse que “a comunicação não era importante, pois no fim das contas tudo seria decidido na Justiça”. Como a empresa em questão era de um setor monopolista, ele não deixava de ter razão. Pensando de maneira pragmática, mesmo que a reputação da empresa fosse afetada, os clientes continuariam cativos, salvo algumas exceções. Porém, até em setores competitivos, muitas empresas acreditam que consumidores se esquecem das notícias ruins ou que, mesmo afetados, levarão em conta outras vantagens, como preços mais baixos, em suas decisões de compra. O argumento da defesa da reputação, muito usado por especialistas em comunicação, é totalmente frágil, pois se engana quem imagina que o cliente continuará optando por determinado produto, sem qualquer pensamento negativo, durante e após uma crise. O gerenciamento de uma crise de comunicação deve ter sempre em vista zelar...

Números de ministros de Collor até Temer

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Após a primeira eleição presidencial depois do governo militar, Fernando Collor de Mello assumiu a Presidência em 1990 e a construção do governo se formou baseado em 12 ministérios: Economia, Educação, Saúde, Justiça, Agricultura, Trabalho e Previdência, Infraestrutura, Ação Social, Relações Exteriores, Exército, Marinha e Aeronáutica. O processo de impeachment de Fernando Collor transcorreu no final de 1992 e foi o primeiro processo deste tipo do Brasil e da América Latina.  Neste período, já somavam-se 14 ministérios. Trabalho e Previdência foram separadas e vivaram setores independentes.  O ministério de Infraestrutura foi dividido em Transportes e Comunicação Minas e Energia. Era Itamar - de 14 para 28 Ao assumir o cargo, em 29 de dezembro de 1992, o vice-presidente Itamar Franco inicia mudanças no governo. Ao entregar o cargo para Fernando Henrique Cardoso, o Brasil já tinha 24 ministérios.  Do antigo Ministério da Economia, foram separados ...

Comunicação é questão de sobrevivência política

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Comunicação é o ar que o político respira e um pré-requisito para sua sobrevivência política. Em tempos eleitorais, como o que se encerra neste domingo, os candidatos buscam persuadir o eleitor de que ele, e não seu opositor, tem o melhor projeto e as melhores propostas conforme o futuro almejado. Porém, passada a eleição, contudo, a maioria se “esquece” de dar continuidade ao processo de se comunicar, sendo este motivo uma das razões da atual descrença da classe política perante a sociedade. Normalmente rodeado de pessoas que acabam por trazer uma verdade distorcida por meio da unanimidade característica do ambiente de gabinetes, o eleito passa a vivenciar um dia-a-dia distante da sociedade. Afastado e incomunicável, acaba por perceber o erro cometido, na maioria das vezes, quando não há mais a ser feito. É durante o mandato, maior arma que um político pode ter, que a comunicação deve ser exercida em sua plenitude. Por mais que o político trabalhe, se não comunicar, ele não fez,...